Para quem não sabe:
(1) este foi o poster criado por Shepard (vulgo Obey Giant) para defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo;
(2) mas quer saber mais do artista: AQUI.
Para quem não sabe:
(1) este foi o poster criado por Shepard (vulgo Obey Giant) para defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo;
(2) mas quer saber mais do artista: AQUI.
Uma gaja linda, charmosa, très chic, sai de um bar com uma buba do tamanho do Universo e arredores. Deambula, qual passerelle aos «S», na direcção do seu BMW – novíssimo – e, com a chave, tenta dar uma de MacGyver e abrir a porta do popó, mas o seu estado de embriaguez é tal que não consegue. Não consegue à primeira, nem à segunda, nem à não-sei-quantas, mas não desiste. Gaja que é gaja é teimosa até dizer chega. Baixa-se um pouco para ficar com a fechadura bem em frente de seu delicado narizinho mas torce o seu pézinho calçadinho com umas Carmen Stephens e estatela-se no chão ao lado da porta. De pernas abertas, assim é que é.
O seu a seu dono:
(1) Obrigado Irene. Com alterações mas aqui está.
(2) Imagem by:

Tázaver uma dama com um gorro vermelho? Yah, essa cena! A pita foi obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha tava a bater mal, tázaver? E então disse-lhe:
- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois tenho a bófia à cola!
Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod...
É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly mêmo, que vira-se pa ela e grita:
- Yoo, tá td? Dd tc?
- Tásse... do gueto ali! E tu... tásse? - Disse a pita
- Yah! E atão, q se faz?
- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track, que tá kuma moka do camano!
- Marado, marado!... Bute ripar uma até lá?
- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-me de pildra se me cata...
- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha, até te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.
- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!
O seu a seu dono:
(1) esta delícia de nouvelle histoire chegou-me via email. Não sei quem a escreveu, apenas que vinha no mesmo a referência «ASSELAM KHAN» . Fica aqui a declaração de intenções.
(2) imagem:
http://4.bp.blogspot.com/_FK5QjE4gwZc/Sonz4mJ2KxI/AAAAAAAAC5Q/DM1fPEGJoh4/s400/lobo+mal.jpg


Ontem estrou no Teatro São Luiz, em Lisboa, a peça «O que se leva desta vida». Dois cozinheiros, sócios, com visões distintas da arte culinária a espelhar diferentes personalidades e visões de vida. São cerca de 75 minutos a um ritmo alucinante, afinal aquilo que se espera que seja a cozinha de um restaurante que espera ainda a sua primeira estrela.
A coisa é mais ou menos assim:
Quando se faz o caralho de uma entrada está-se a fazer só a entrada da refeição? Foda-se, claro que não! A entrada é de quê? Vegetal? Qual é a história do vegetal, que sol apanhou, que regas teve? Ou isso não interessa para nada e o que interessa é que o vegetal tenha o sabor que se espera que aquele vegetal tenha? Vegetal do campo ou de laboratório? Estão a ver o caralho do cerne da coisa, estão?
Mas há mais. Depois da entrada lá vem o caralho do prato principal. Note-se que «caralho não é ingrediente». E se com a entrada as coisas não são fáceis o que se dizer do prato? Aqui a coisa até dá direito a crise existencial e percebe-se bem o porquê. Não percebe? Foda-se, c’um caralho, se o prato for carne e quem está para comer for vegetariano? Se a carne for de porco e quem está para comer for judeu? É ou não é d’um caralho este caralho de situação?
E se com tudo isto um gajo já está passado dos cornos, o que dizer ainda da sobremesa? Ah poizé bebés, a coisa acaba com a sobremesa. Às vezes com uma sobre a mesa mas enfim, isso são outros quinhentos. Aqui a coisa não melhora. É gelado? A quantos graus? Textura? ...
O pior desta treta toda não vos passa pela moleirinha, de certeza. Digam-me lá: a comida é para quê? Elementar meus caros, «a comida é para cagar». Ah poizé, essa é que é essa. Foda-se.
Resumindo e concluindo, baralhando e voltando a dar: vão ver o caralho da peça (em cena até 22 de Novembro apenas). Foda-se, garanto que não se vão arrepender!
Da peça:
Texto Gonçalo Waddington, João Canijo e Tiago Rodrigues
Encenação e Interpretação Gonçalo Waddington e Tiago Rodrigues
Dramaturgia João Canijo
Youtube Vídeo by: http://www.youtube.com/user/FarolMusica
James Dean Documentary (2)
By: http://www.youtube.com/user/JimmysGirl